Ideias embaraçadas? Revisor de textos nelas!

Ideias embaraçadas? Revisor de texto nelas!

Verificamos que a maioria das pessoas interessadas no serviço de revisão textual não tem conhecimento do aspecto mais importante desse ofício, que é o “desembaraço” das mensagens de cada texto.

Pensam que basta a correção ortográfica e gramatical de seus escritos e pronto. Infelizmente, de fato não é assim. Se o fosse, ao invés de contratar um revisor profissional, bastaria que se pedisse a qualquer amigo “bom de gramática” que realizasse esse trabalho.

Muita gente conhece bem a gramática, mas (cuidado!) o mesmo não acontece com o ofício de revisar textos.

Ideias embaraçadas?

De vez em quando sentimos dificuldade quando queremos expressar algo por meio da escrita ou da fala, mesmo quando tudo se encontra gramaticalmente correto. O verdadeiro valor do texto está na sua mensagem; as técnicas de escrita e a própria textualização representam o canal por onde a mensagem é transmitida.

Portanto, revisar textos é uma tarefa complexa que vai além da observância das técnicas da escrita.

Analogamente, a mensagem está para o texto assim como as mercadorias de supermercados estão para as gôndolas. O que realmente importa num supermercado não são a beleza e as características das gôndolas, mas a visibilidade das mercadorias que elas proporcionam. Há tipos de exposição que fazem com que os produtos ganhem destaque, outros não. Da mesma forma, há mensagens que podem estar bem apresentadas nas “gôndolas” da textualização, outras não.

Já que as mensagens são mais importantes do que os textos, estes servem apenas como “gôndolas” através das quais expomos as nossas mensagens, as nossas ideias.

Ainda nos supermercados encontramos outra analogia para exemplificar o papel do revisor – o supervisor. Este, treinado em supervisionar o trabalho dos expositores de mercadorias, observa atentamente se os produtos do supermercado estão bem apresentáveis e de fácil acesso para os clientes.

Quando o supervisor detecta algum tipo de problema nas gôndolas, solicita que seja corrigida a exposição; apresenta os problemas encontrados e oferece sugestões de melhores exposições.

Durante a revisão textual, o profissional “supervisiona” cada texto com duas perguntas primordiais: “Qual a mensagem do autor?” e “A mensagem está clara?”.

A autoridade de quem escreve é preservada

Quando no supermercado o supervisor encontra algum problema, o expositor é obrigado a consertá-lo, como subordinado. Entretanto (claro!), na revisão não; ou seja, o revisor apenas apresenta os problemas encontrados e sugere mudanças, inclusive oferecendo palavras e/ou frases alternativas, quando possível e necessário. Para isso, utilizamos uma ferramenta que facilita aceitar ou rejeitar o que o revisor fez e sugeriu.

Como saber o que foi revisado?

O autor detectará facilmente cada intervenção ou comentário feitos pelo revisor. Para isso, utilizamos sempre uma ferramenta intitulada “Controle de Alterações”, disponibilizada em qualquer versão do editor de texto Word, da Microsoft.

Quando recebemos o texto do cliente, a primeira coisa que fazemos é ativar essa ferramenta. Dessa forma, quando o autor abre o arquivo revisado vê nitidamente cada alteração ou comentário feitos. Utilizamos os campos dos comentários para informar os problemas e, também, quando necessário, para apresentar sugestões de mudança. Além dos comentários, será nitidamente visualizado cada caractere ou palavra que no texto for inserido ou excluído.

Este artigo foi escrito para esclarecer, mais uma vez, o nosso ofício de revisar textos. Nossa equipe, que vem atuando há quatro anos, está pronta para fornecer quaisquer outras informações que você precisar, a respeito desse serviço. Fique à vontade para comentar ou entre já em contato conosco!

Diferença entre sinceridade e franqueza

Embora nos dicionários pareçam se confundir os significados das palavras “sinceridade” e “franqueza”, na prática pode-se observar que há uma diferença.

Diferença entre sinceridade e franqueza Em ambas há a necessidade da exposição de um problema alheio que a outro incomoda.

Sinceridade é a contextualização de um problema causado por outro, abordado com alguns cuidados em relação à pessoa que está sendo reclamada; já a franqueza diz respeito à exposição direta de um problema causado pelo reclamado. Ser franco é dizer “na lata” aquilo que considera negativo, sem se importar com as consequências. Quando se é sincero, busca-se poupar o reclamado de um julgamento pessoal, persuadindo-o a evitar tal ação negativa.

Exemplos de sinceridade e de franqueza

Se uma pessoa com mau cheiro pergunta se há odor nela, responder que sim é sinceridade; mas, a depender da forma como se responda, tal resposta poderá ser considerada franca.

A franqueza pode também expressar um desabafo. Se você já não suporta o mau cheiro daquela pessoa, você pode dizer a ela com franqueza que seu odor muito o incomoda.

Quando se usa a sinceridade, a linguagem é suave, compreensível e leva o indivíduo à compreensão de que o mau cheiro é desvantajoso. Já na franqueza não importam as consequências pessoais que acarretarão ao reclamado. As palavras quase sempre são pouco assimiláveis, frias e inconsequentes.

A franqueza pode ser espontânea e guiada por fortes emoções; a sinceridade é trabalhada e adaptada a cada circunstância.

Aqui há abertura para outros pontos de vista que possa haver em relação aos significados de tais palavras. Inclusive seria muito bom se você pudesse colaborar compartilhando também o seu ponto de vista.

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Conversas abreviadas (internetês)

Quando a internet pegou no Brasil, lembro-me de ouvir muitos prenúncios a respeito da abreviação das palavras. Por exemplo, dizia-se que isso influenciaria negativamente a nossa comunicação escrita porque as pessoas se acostumariam tanto a escrever “vc” ao invés de você, “tb” para substituir também e “mt” no lugar de muito que até nas provas de vestibular e em outros textos formais isso iria terminar ocorrendo.

Conversas abreviadas (internetês)

Não sei exatamente quando esse tipo de abreviação começou a ser aplicado, mas lembro-me que passei a percebê-lo quando iniciei minhas primeiras conversas por “chats”. Porque esse tipo de comunicação acontecia em tempo real, a escrita abreviada colaborava com a economia de tempo e reduzia o trabalho de digitação. Eu mesmo costumo abreviar algumas palavras, quando estou conversando com amigos no Facebook, Skype e em outros meios de comunicação em tempo real.

Sei que à primeira vista alguém pode achar estranho ler tanta abreviação de palavras quando começa a se relacionar nas redes sociais. Mas eu garanto que essa sensação não dura muito tempo. Para ser sincero, ela de fato ajuda: dá um toque de informalidade, libera a criatividade e a originalidade da expressão, ganha-se tempo, economiza-se dedos etc.

No dia a dia utilizamos diversos modos de comunicação: falamos de maneira formal com um cliente; conversamos descontraidamente com os amigos; e informalmente com os colegas de trabalho. Por que, então, não poderíamos utilizar a linguagem “internetês” aonde ela bem coubesse?

Uma coisa não pode substituir a outra. Quando respondo ao email de um cliente, sempre utilizo a escrita formal e gentil. Não considero que seria correto se eu respondesse a um pedido de orçamento utilizando abreviações. Imagine! Nós trabalhamos com revisão de textos acadêmicos, livros e outras produções. Se um cliente lesse minha resposta em internetês, acredito que ele não se sentiria muito motivado a contratar os nossos serviços.

Mas, por outro lado, ao comentar uma foto postada no Facebook por um amigo mais íntimo, nada me impede que eu utilize abreviações de palavras.

A boa escrita terá sempre o seu encanto, não importa quantos modos de comunicação possam surgir. Certa vez uma amiga me confessou que se sente acariciada e seduzida enquanto lê textos bem escritos…

A escrita é mesmo uma das ferramentas mais maravilhosas. Não acredito que deveríamos nos preocupar com a possibilidade da sua extinção. Haverá sempre quem se encarregará de protegê-la.

Vamos nos banquetear com fartas bandejas de palavras sortidas! Libertemos as rédeas do alfabeto e deixemos que nossas ideias dancem ao ritmo do nosso dia a dia!

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Formatação de texto (Depoimento da Secretaria de Educação)

A Secretaria de Educação do Município de Senador Canedo, Goiás, contratou um dos serviços do Mundo Escrito – formatação de texto – e gravou um depoimento falando do resultado obtido com a formatação. O serviço foi realizado por Axel Guedes, um dos membros de nossa equipe.

Esse é o nosso objetivo: mostrar e levar a excelência de nossos serviços tanto à nossa comunidade como a todo o Brasil.

Formatamos a Proposta Político-Pedagógica Curricular da Rede Municipal de Ensino de Senador Canedo, com mais de 600 páginas contendo figuras, gráficos e tabelas. Veja o que o então Secretário Alerandre Gonçalves de Oliveira e sua equipe têm a dizer sobre nosso trabalho:

No dia 1º de março deste ano, o senhor Secretário Alerandre cumpriu o prazo de sua gestão. Muito temos a agradecer-lhe os seus serviços à nossa comunidade! Em seu lugar foi empossada a professora da UFG Edvânia Braz T. Rodrigues.

Tivemos a honra e o privilégio de conhecê-la ontem e sentimo-nos prazerosos ao perceber sua clareza em relação ao que almeja para a nossa cidade. Conforme está no site da Prefeitura, “‘Sua meta principal de trabalho é a implantação da proposta de regimento das escolas, que está sendo avaliado pelo Conselho Municipal de Educação; receber novos professores; conhecer a realidade sistêmica de cada unidade escolar; e, cuidar da formação dos professores, ‘para se ter alunos bem formados’. Edvânia explica que ‘é preciso atingir a meta de melhoria do IDEB, mas o foco principal para se chegar ao IDEB são os alunos!’”

Foi uma honra prestarmos o serviço de formatação textual à Secretaria Municipal de Educação de nossa cidade. E estamos prontos para atender a toda a comunidade brasileira de educação, em qualquer estágio: dos primeiros passos da vida escolar até a carreira acadêmica e profissional.

Leitores digitais: uma ressalva

Se digitarmos a palavra “leitor” em um site de busca, veremos que, atualmente, cada vez mais as ocorrências apontam para os chamados “leitores digitais” (ou e-readers) e cada vez menos para o amante da leitura. Esses tão desejáveis aparelhos não deveriam continuar com esse antropônimo, porque, por mais funcionais e atrativos que sejam, de fato, não possuem a função de ler tal qual a maioria conhece.

Inclusive, de certa forma, nomeá-lo assim automaticamente se coloca em segundo plano o verdadeiro sujeito da leitura, pois, por ser um produto comercial, inclusive se paga para ser exibido nas pesquisas em geral. Não somos contra a tecnologia (ao contrário!), mas, porque procuramos destacar sempre o valor do ser humano sobre qualquer tecnologia (esta a seu serviço), trouxe esta reflexão.

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Qual versão do editor de texto Word da Microsoft você usa?

Olá!

Estamos querendo compartilhar algumas dicas úteis para quem escreve utilizando o editor de texto Word, da Microsoft. Entretanto, antes disso gostaríamos de saber qual é a versão mais usada por nossos amigos e clientes, para que possamos ajudar à maior parte deles.

Então, por favor, ajude-nos respondendo à seguinte enquete: